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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

INTERPRETAÇÃO :O HOMEM FAZ O CLIMA. E FAZ MAL

O HOMEM FAZ O CLIMA. E FAZ MAL
                A interferência do homem no meio ambiente pode acelerar em milhares de anos os processos naturais de mudanças climáticas e trazer graves consequências à vida na Terra. O consumo desenfreado e a explosão demográfica têm sido fatores de forte influência entre as atividades humanas.
                Em consequência, fenômenos como a elevação da taxa de emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera podem atingir picos incontroláveis em poucas décadas, sem que a vida na Terra consiga se adaptar. Se nada for feito, daqui a um século poderemos viver num ambiente de catástrofe.
                Se a temperatura não parar de subir, daqui a cerca de 100 anos poderemos ter grandes mudanças na ocorrência de fenômenos como tormentas e furacões. A elevação do nível dos oceanos, consequência do aquecimento global, pode levar o mar a invadir parte das grandes cidades litorâneas e se misturar com fontes de água potável, como os rios que nele deságuam, salinizando-as. Águas provenientes do derretimento dos picos das montanhas geladas poderão invadir vales e cidades em seu entorno. Espécies mais sensíveis correm o risco de extinção, causando desequilíbrio nos ecossistemas e nas cadeias alimentares.
                O cenário de catástrofe está desenhado. Resta ao homem fazer alguma coisa para evitar a concretização dessas profecias.
(Karen Gimenez. O homem faz o clima. E faz mal. Superinteressante, São Paulo, set. 2008.Edição especial. As 30 maiores descobertas da ciência, p. 34. Adaptado.)
Leia o texto 1 e responda:
1.Qual é o assunto do texto?

2. Segundo o texto quais são os fatores de forte influência humana no meio ambiente?

3. Ainda de acordo com o texto, o que pode ocorrer daqui há um século se a temperatura continuar subindo?

4. A finalidade desse texto é:
a) conscientizar as pessoas.                                 b)pressionar os políticos.
c) criticar o consumo desenfreado.                      d)investigar as causas do aquecimento global.

5. Assinale V (Verdadeiro) ou F (Falso):
(   ) No futuro, as taxas de emissão de gás carbônico podem atingir picos incontroláveis
(    ) Os efeitos da ação do homem sobre o clima da Terra são pequenos.
(  ) Daqui a 100 anos pouca coisa mudará no nosso planeta, pelo que se observa atualmente.
(   ) Os hábitos de consumo das sociedades afetam o meio ambiente.

6.Dos problemas causados pelo homem ao meio ambiente só não é citado(a) no texto:
a) o aumento da taxa de emissão de gás carbônico.           
 b)a ocorrência de tormentas e furacões.
c) a elevação do nível dos oceanos.         
d)o congelamento das águas dos rios.

7. No último parágrafo o  autor expressa:
a) um alerta para que as pessoas mudem seus hábitos.  
b) uma crítica ao consumo desenfreado.
c) um comentário sobre a situação mundial.
d)um sentimento de revolta contra as atitudes governamentais.

quarta-feira, 6 de março de 2013

A ÚLTIMA CRÔNICA - FERNANDO SABINO


             A caminho de casa, entro num botequim para tomar café. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado. Eu pretendia recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, que a faz mais digna de ser vivida. Estou sem assunto. Lanço um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.  
              Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se. A compostura da humildade deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na ca beça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas ou correr os olhos ao redor
              Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom e aponta um pedaço de bolo sob uma redoma de vidro. A mãe limita-se a ficar observando. A meu lado, o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro – apenas uma fatia triangular.
              A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom  deixou à sua frente. Por que não começam a comer? Vejo que os três –pai, mãe e filha –obedecem, em torno à mesa, a um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira alguma coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos e espera. Ninguém mais os observa além de mim.
              São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo na mesa e sopra as velas. Imediatamente põe-se a bater palmas, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos:” Parabéns a você...” Depois, a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra o bolo com as mãos e pôe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com carinho – ajeita-lhe a fitinha do cabelo, limpa o farelo do bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito e de súbito, dá comigo a observá-los. Nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido, vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
              Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.



                                     INTERPRETAÇÃO:
1)Em que parte do texto, o autor afirma que os homens do seu tempo são o assunto de suas crônicas?
2)Qual é a cena que o autor vê? Quais são os personagens que dela participam?
3) Há no texto uma passagem que denota claramente a pobreza dos personagens. Qual? Comente-a.
4) Que sentimentos o autor expressa para com a personagem-menina, ao usar os diminutivos - arrumadinha, negrinha, menininha, fitinha -? Qual será a intenção do autor?
5)Qual a passagem do texto que mostra o desprezo do dono do botequim para com a família?
6)O que a passagem acima relacionada suscitou em você?
7) Comente a última frase do penúltimo parágrafo.
8) Que tipos de sentimento este texto despertou em você?
9) Qual a mensagem que este texto trouxe?
10) Como você explicaria o último parágrafo?

GRAMÁTICA:
Retire do texto:
5 pronomes pessoais do caso oblíquo-
3 pronomes pessoais do caso reto-
3 pronomes indefinidos-
4 pronomes possessivos-
1 pronome de tratamento-
1 pronome demonstrativo-
3 preposições-
5 adjetivos-
5 substantivos-
1 numeral cardinal-
1 advérbio de modo-
1 advérbio de tempo-
4 advérbios de lugar- 

 BONS ESTUDOS!!!!

INTERPRETAÇÃO 6


INTERPRETAÇÃO 6

CINZAS DA INQUISIÇÃO
1.         Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história europeia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
2.          Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência histórica nacional.
3.          Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
4.          Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a “república” decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um intenso período de pesquisas, discussões e mapeamento de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: “Libertem de novo os escravos”, “proclamem de novo a República”.
5.          Fazer história é fazer falar o passado e o presente, criando ecos para o futuro.
6.          História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustrações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como um vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse por ele.
7.          A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.
(SANT’ANNA, Affonso R. de. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1989)
1. Tendo em vista o desenvolvimento do texto, assinale a opção que justifica o título “Cinzas da Inquisição”:
a. (   ) A Inquisição se transformou em cinzas e deve ser arquivada.
b. (   ) A valorização da dignidade do ser humano é ponto básico da história da Inquisição.
c. (   ) A Inquisição deixou marcas que devem levar a uma reflexão.
d. (   ) A discussão dos fatos relacionados à Inquisição tem se  mostrado infrutífera.
e. (   ) A lembrança dos fatos da Inquisição não conseguiu melhorar o futuro.
2. Assinale a opção em que há erro na relação entre a ideia e o parágrafo indicado entre parênteses:
a. (   ) Os brasileiros supunham que a Inquisição pertencesse somente à história da Europa. (1º parágrafo)
b. (   ) Foi realizado um congresso com o intuito de reavaliar a Inquisição. (2º parágrafo)
c. (   ) A História estabelece relações entre o passado e o futuro. (3º parágrafo)
d. (   ) O momento é propício para fazermos uma reflexão sobre importantes fatos de nossa história. (4º parágrafo)
e. (   ) A história tem sua força própria, ela grita e aparece, apesar de todos os obstáculos. (6º parágrafo)
3. Com relação aos cem anos da libertação dos escravos e aos cem anos da Proclamação da República, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que:
a. (   ) é necessário comemorar as várias conquistas feitas ao longo desses anos.
b. (   ) tanto a libertação dos escravos quanto a Proclamação da República precisam ser revistas e repensadas.
c. (   ) têm sido convocados mais pesquisadores para estudar esse período de nossa história.
d. (   ) esses assuntos vêm sendo constantemente abordados nas universidades brasileiras.
e. (   ) o governo deve dar a essas datas históricas a mesma importância que dá a outras.
4. O paradoxo da expressão “um silêncio ensurdecedor” indica que o silêncio:
a. (   ) provoca alienação e torpor
b. (   ) leva à paralisação e à inércia
c. (   ) gera atos de violência e loucura
d. (   ) atordoa e aflige
e. (   ) causa temor e respeito

BONS ESTUDOS!!!!!

INTERPRETAÇÃO 5


UM ARRISCADO ESPORTE NACIONAL
    Os leigos sempre se medicaram por conta própria, já que de médico e louco todos temos um pouco, mas esse problema jamais adquiriu contornos tão preocupantes no Brasil como atualmente. Qualquer farmácia conta hoje com um arsenal de armas de guerra para combater doenças de fazer inveja à própria indústria de material bélico nacional. Cerca de 40% das vendas realizadas pelas farmácias nas metrópoles brasileiras destinam-se a pessoas que se automedicam. A indústria farmacêutica de menor porte e importância retira 80% de seu faturamento da venda “livre” de seus produtos, isto é, das vendas realizadas sem receita médica.
    Diante desse quadro, o médico tem o dever de alertar a população para os perigos ocultos em cada remédio, sem que necessariamente faça junto com essas advertências uma sugestão para que os entusiastas da automedicação passem a gastar mais em consultas médicas. Acredito que a maioria das pessoas se automedica por sugestão de amigos, leitura, fascinação pelo mundo maravilhoso das drogas “novas” ou simplesmente para tentar manter a juventude. Qualquer que seja a causa, os resultados podem ser danosos.
    É comum, por exemplo, que um simples resfriado ou uma gripe banal leve um brasileiro a ingerir doses insuficientes ou inadequadas de antibióticos fortíssimos, reservados para infecções graves e com indicação precisa. Quem age assim está ensinando bactérias a se tornarem resistentes a antibióticos. Um dia, quando realmente precisar de remédio, este não funcionará. E quem não conhece aquele tipo de gripado que chega a uma farmácia e pede ao rapaz do balcão que lhe aplique uma “bomba” na veia, para cortar a gripe pela raiz? Com isso, poderá receber na corrente sangüínea soluções de glicose, cálcio, vitamina C, produtos aromáticos tudo sem saber dos riscos que corre pela entrada súbita destes produtos na sua circulação. (Dr. Geraldo Medeiros -Veja - 1995)

1) Sobre o título dado ao texto - um arriscado esporte nacional -, a única afirmação correta é:
a) mostra que a automedicação é tratada como um esporte sem riscos.
b) indica quais são os riscos enfrentados por aqueles que se automedicam.
c) denuncia que a atividade esportiva favorece a automedicação;
d) condena a pouca seriedade daqueles que consomem remédio por conta própria.
e) assinala que o principal motivo da automedicação é a tentativa de manter-se a juventude.

2) Os leigos sempre se medicaram por conta própria,... Esta frase inicial do texto só NÃO equivale semanticamente a:
a) Os leigos, por conta própria, sempre se medicaram.
b) Por conta própria os leigos sempre se medicaram.
c) Os leigos se medicaram sempre por conta própria
d) Sempre se medicaram os leigos por conta própria.
e) Sempre os leigos, por conta própria, se medicaram.

3) O motivo que levou o Dr. Geraldo Medeiros a abordar o tema da automedicação, segundo o que declara no primeiro parágrafo do texto, foi:
a) a tradição que sempre tiveram os brasileiros de automedicar-se.
b) os lucros imensos obtidos pela indústria farmacêutica com a venda “livre” de remédios.
c) a maior gravidade atingida hoje pelo hábito brasileiro da automedicação.
d) a preocupação com o elevado número de óbitos decorrente da automedicação.
e) aumentar o lucro dos médicos, incentivando as consultas.

BONS ESTUDOS!!!!

INTERPRETAÇÃO 4


PELES DE SAPOS
Em 1970 e 1971, houve, no Nordeste brasileiro, uma enorme procura por sapos, que eram caçados para que suas peles fossem exportadas para os Estados Unidos. Lá elas eram usadas para fazer bolsas, cintos e sapatos. Isso levou a uma drástica diminuição da 5 população de sapos nessa região.
O sapo se alimenta de vários insetos, principalmente mariposas, grilos e besouros. É um animal voraz, isto é, comilão. Quando adulto chega a comer trezentos besouros por dia.
Sem os sapos, seus inimigos naturais, as mariposas, os 10 besouros e os grilos, proliferaram de maneira assustadora.
Esses insetos invadiram as cidades. Mariposas e besouros concentraram-se em torno dos postes de iluminação pública e também entraram nas casas, causando grandes transtornos. Os grilos, com seu cricri, não deixavam as pessoas dormirem.
Em maio de 1972, na cidade de lati, em Pernambuco, a população, em uma espécie de mutirão, varreu ruas e calçadas, amontoando principalmente besouros, e também mariposas e grilos mortos, para serem levados por caminhões de lixo. Em apenas três dias encheram-se mais de oitenta caminhões com esses bichos!

O governo proibiu a caça de sapos e passou a fiscalizar a exportação de suas peles.
1) o título do texto, Peles de sapos, representa:
a) o motivo da invasão dos insetos nas cidades
b) o objetivo econômico dos exportadores
c) a razão de ter aumentado o número de grilos e mariposas
d) uma riqueza importante do Nordeste brasileiro
e) a causa da extinção definitiva dos sapos

2) Uma informação conta com uma série de elementos básicos:  o que aconteceu, quem participou dos acontecimentos, onde e quando se passaram, como  e por que ocorreram os fatos etc. Considerando que o acontecimento básico do texto 1 é a caça aos sapos, assinale a informação que não está presente no texto:
a) onde ocorreu: no Nordeste brasileiro.
b) quando ocorreu: em 1970 e 1971.
c) para que ocorreu: exportação de peles.
d) como ocorreu: armadilhas especiais.
e) consequência da caçada: redução da população de sapos.

3) Assinale a frase em que o vocábulo destacado tem seu antônimo corretamente indicado:
a) “...para que suas peles fossem exportadas...” - compradas
b) “...uma enorme procura por sapos...” - imensa
c) “...levou a uma drástica diminuição da população...” - progresso
d) “Quando adulto chega a comer...” - filhote
e) “...seus inimigos naturais,...” - adversários

4) “O sapo se alimenta de vários insetos, principalmente mariposas, grilos e besouros.”; o emprego de principalmente nesse fragmento do texto indica que o sapo:
a) também come outros insetos.
b) só come mariposas, grilos e besouros.
c) prefere mariposas a grilos e besouros.
d) não come mariposas, grilos e besouros.
e) só come insetos nordestinos.

5)”Em 1970 e 1971,houve, no Nordeste brasileiro, uma enorme procura por sapos, que eram caçados para que suas peles fossem exportadas para os Estados Unidos. Lá elas eram usadas para fazer bolsas, cintos e sapatos. Isso levou a uma drástica diminuição da população de sapos nessa região.”. Nesse primeiro parágrafo do texto os elementos  se referem a outros do mesmo parágrafo. Assinale a correspondência errada:
a) suas - dos sapos
b) lá - Estados Unidos
c) elas - as peles dos sapos
d) isso - bolsas, cintos e sapatos
e) nessa região - Nordeste brasileiro

6) “É um animal voraz, isto é, comilão.”; o emprego de isto é nesse segmento do texto mostra que:
a) voraz e comilão são palavras de significados diferentes.
b) o autor empregou erradamente a palavra voraz.
c) o autor quer explicar melhor o significado de voraz.
d) comilão é vocábulo mais raro do que voraz.
e) o autor não está interessado em que o leitor entenda o que escreve.

7) A mensagem que se pode entender do texto  é:
a) A matança indiscriminada de animais pode causar desequilíbrios ecológicos.
b) A economia do país está acima do bem-estar da população.
c) A união da população não resolve muitos de nossos problemas.
d) Os insetos são inimigos dos homens.
e) O governo não cuida da proteção aos animais


BONS ESTUDOS!!!!

INTERPRETAÇÃO 3


Leia o texto a seguir e responda às questões.
Rio - Além das vitórias contra Colômbia, por 2 a 1, e Equador, por 1 a 0, e da liderança absoluta nas eliminatórias do Mundial de 2006, o técnico Carlos Alberto Parreira e o coordenador da seleção brasileira, Zagallo, têm outro motivo para comemorar o início da campanha do hexacampeonato. Eles acreditam ter conseguido quebrar a resistência em torno do nome do meia Zé Roberto. “Nunca duvidei da capacidade dele, um jogador que vem melhorando a cada temporada”, disse Parreira. O treinador reconhece que parte da crítica observava o meia do Bayern de Munique com ressalvas. “Por desinformação, creio.”Para Zagallo, o jogador é importante como opção de ataque, no instante em que a zaga adversária se concentra em Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho, e também para ajudar no bloqueio, no meio-de-campo.“O Zé Roberto foi bem no ataque várias vezes nos treinos antes dos dois jogos e repetiu isso depois, notadamente contra a Colômbia, afirmou. “Tem gente que só gosta de reclamar e não quer enxergar o óbvio.”Os elogios vêm de toda parte. O atacante Ronaldo atribuiu a Zé Roberto a base de equilíbrio da equipe e acrescentou que o meia sabe dar dribles curtos que deixam o marcador sem rumo. O lateral Roberto Carlos também enalteceu o colega.
(O Estado de S. Paulo, E6, 14 setembro 2003)
1- O texto informa que
(A) o técnico Parreira tem várias opções de ataque para os próximos jogos da Seleção, com Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho.
(B) os atacantes da Seleção brasileira reclamaram da atuação de Zé Roberto, por estarem desinformados de sua capacidade.
(C) Roberto Carlos criticou, pois queria que o colega o ajudasse no bloqueio, o que não aconteceu, nos jogos da Seleção.
(D) Zé Roberto teve importante atuação nos treinos e no último jogo da Seleção contra a Colômbia.

2- Eles acreditam ter conseguido quebrar a resistência em torno do nome do meia Zé Roberto.
A frase grifada acima significa, respeitando-se o sentido do texto,
(A) diminuir a defesa.
(B) reconhecer os obstáculos.
(C) afastar a oposição.
(D) medir a capacidade.

3- Este texto trata, principalmente, da
(A) excelente atuação de Zé Roberto, na última convocação da seleção.
(B) merecida vitória da seleção, especialmente contra o Equador.
(C) apresentação dos jogadores convocados pelo técnico Parreira.
(D) presença de Zagallo como coordenador da seleção brasileira.

4- De acordo com o texto,
(A) o Brasil jogou primeiramente contra o Equador e depois contra a Colômbia.
(B) a Seleção fez dois jogos, o primeiro deles, contra a Colômbia.
(C) o jogo contra o Equador aconteceu logo depois dos treinos.
(D) Zé Roberto foi elogiado ainda antes dos jogos da seleção.

5-“Nunca duvidei da capacidade dele, um jogador que vem melhorando a cada temporada.”
A afirmação acima reproduz
(A) um fato ocorrido durante os treinos.
(B) uma dúvida dos torcedores.
(C) a opinião do técnico Parreira.
(D) um fato que deverá acontecer.

BONS ESTUDOS!!!!